A campanha que repete em 2026 o que deu certo em 2016 não chega ao segundo turno. As táticas envelheceram porque o eleitor mudou — e mudou rápido.
O que mudou no eleitor
- Atenção fragmentada: consome em segundos, não minutos.
- Vacinado contra propaganda óbvia.
- Espera resposta — não tolera campanha que só fala.
- Decisão tardia: grande parcela decide nas últimas 2 semanas.
- Polarizado por bolha — não consome "imprensa neutra".
Táticas de 2016 que pararam de funcionar
- Listas de transmissão massiva no WhatsApp pessoal — banimento.
- Imagem .jpg com proposta numerada — vídeo vertical domina.
- Anúncio Facebook genérico — algoritmo penaliza, custo subiu.
- Sites pesados com formulário longo — eleitor sai antes.
- Pesquisa qualitativa cara como única fonte — lenta, defasada.
- Anúncio em portal de notícia — tráfego virou bot.
O que funciona em 2026
Vídeo curto vertical, WhatsApp oficial com mensagem personalizada, Meta Ads em retargeting+lookalike, site mobile-first com CTA único, dado coletado em tempo real, apoiador via QR Code.
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