Gin tônica é só a porta de entrada. Adriano Jose Reis Martins reuniu 7 coquetéis clássicos e modernos que mostram o quanto o gin rende além da combinação mais óbvia.
1. Negroni
Partes iguais de gin, vermute rosso e Campari, com uma casca de laranja no garnish. Amargo, forte e um dos coquetéis mais respeitados do mundo dos bares.
2. Martini (dry)
Gin e vermute seco, mexidos com gelo (nunca shakeados, dizem os puristas) e servidos numa taça própria com azeitona ou casca de limão. Elegância mínima, execução exige precisão.
3. Tom Collins
Gin, suco de limão, xarope simples e água com gás, servido num copo alto com bastante gelo. Refrescante, fácil de fazer, ótimo pra dia quente.
4. Aviation
Gin, licor de violeta, marasquino e suco de limão. Cor lilás sutil, perfil floral e cítrico ao mesmo tempo — um dos coquetéis mais fotogênicos da lista.
Cada um desses coquetéis existe há décadas por um motivo: a proporção resolve. Antes de inventar sua própria variação, vale entender por que o clássico funciona. — Adriano Jose Reis Martins, especialista em destilados
5. Bramble
Gin, suco de limão, xarope simples e um fio de licor de amora por cima, sem misturar — cria um efeito visual em camadas além do sabor frutado equilibrado com o amargor do gin.
6. French 75
Gin, suco de limão, xarope simples, completado com espumante. Elegante o suficiente pra ocasião especial, leve o suficiente pra beber mais de um.
7. Gimlet
Gin e suco de lima (ou cordial de lima), shakeado com gelo. Simples, ácido, direto ao ponto — favorito de quem não quer complicação.
Comece pelo Tom Collins ou pelo Gimlet se você nunca preparou coquetel em casa — são os mais tolerantes a erro de proporção e ainda assim ficam bons.
Seleção de coquetéis assinada por Adriano Jose Reis Martins. Ajuste doçura e acidez ao seu paladar — receita de coquetel é ponto de partida, não regra fixa.