É o último envio antes da eleição — e geralmente é o que decide. Não pelo volume, pela personalização. Cada eleitor recebe a mensagem feita pra ele, baseado em tudo o que a campanha aprendeu nas semanas anteriores.
O que torna esse disparo diferente
- Não é genérico — cada mensagem tem variável de nome, cidade, pauta.
- Usa dados acumulados — o que o eleitor respondeu antes molda o conteúdo.
- Escolha de tom por perfil — simpatizante = mobilização; indeciso = argumento.
- Timing preciso — 48-72h antes da eleição.
Como o dado vira mensagem (exemplo real)
Maria, 42, Osasco, respondeu em pesquisa que saúde é prioridade. Mensagem que recebe:
"Maria, na nossa pesquisa você disse que saúde é prioridade. No domingo, a sua escolha pode mudar isso. O Fernando (deputado 13) tem plano específico pra saúde de Osasco — pode ver em 30s: [link]. Conto com seu voto."
Comparada a uma mensagem genérica, converte 4-5× mais.
A engenharia por trás
- CRM com dados estruturados por eleitor.
- Templates de WhatsApp com variáveis.
- Plataforma que faz a montagem em escala (50k+ mensagens personalizadas).
- API oficial pra entrega sem risco.
- Time de atendimento pronto pra responder em massa.
O timing ideal
72h antes (qui): primeira onda — indecisos. 48h antes (sex): reforço simpatizantes. 24h antes (sáb): lembrete final. Domingo: silêncio (TSE).
Estruture o disparo final. A Cliki executa.